ANICT

Towards a sustainable research career with progression based on merit

É Ou Não É? – O Grande Debate: O Protagonismo da Ciência

A ANICT divulga o programa “É Ou Não É? – O Grande Debate” na RTP com o tema “O Protagonismo da Ciência“:

Damos o apoio devido à ciência portuguesa? Para responder a esta questão recebemos no debate Manuel Heitor, Ministro da @ciencia_pt Tecnologia e Ensino Superior, Carlos Fiolhais, Élvira Fortunato, Mónica Bettencourt Dias e Nuno Cerca. É ou não é?, 3ª feira, 22:00, @RTP1

Brain awareness week: Conferência online, sob o tema “Pandemia e Saúde Mental”

A ANICT divulga, a pedido dos nossos sócios, a seguinte conferência online:”Pandemia e Saúde Mental”.

O i3S celebra mais uma Semana internacional do Cérebro entre 15 e 21 de Março. A cerimónia oficial de abertura será uma conferência online, sob o tema “Pandemia e Saúde Mental”. A iniciativa partilhada entre o i3S (Universidade do Porto) e o ICVS (Escola de Medicina, Universidade do Minho, terá  Contará com os oradores Ana João Rodrigues (ICVS, UM) e Pedro Morgado (ICVS, UM), que falarão sobre Stress e burnout: perspetivas clinica e molecular.

Esta conferência inicia também um importante ciclo mensal de palestras e workshops i3S, dedicados à Saúde Mental.
[Mais informações: https://www.i3s.up.pt/event.php?v=161]

Opinião: Nem a reforma salva os investigadores do desemprego

Mostra um screenshot da página do Público com o artigo de opinião. Para aceder à página clique nesta imagem.

Opinião: Balada de despedida: a insustentabilidade das carreiras científicas em Portugal

ANICT questiona FCT sobre intenção de permitir associar investigadores de instituições estrangeiras como co-IR’s de projetos

Nos passados dias 8 e 15 de fevereiro, a ANICT enviou pedidos de esclarecimento à FCT relativos a algumas questões levantadas sobre a elegibilidade de projetos, aos quais a FCT não emitiu nenhum esclarecimento. Entretanto, foram alteradas as FAQ disponibilizadas no site da FCT, sem que, ainda assim, tenha ficado clarificado um dos aspectos que a ANICT considera mais relevantes: a possível participação de investigadores de instituições estrangeiras como co-IR’s de projetos.

É importante recordar que o atual concurso promovido pela FCT apresentou sérias restrições para que equipas portuguesas possam submeter candidaturas a projetos. Logo em dezembro de 2020, a ANICT reuniu com a FCT e com o MCTES, solicitando alterações às restrições, muito em particular para desbloquear a possibilidade dos investigadores participarem em várias candidaturas como co-IR. Nas várias propostas que a ANICT tem vindo a discutir com a FCT, a limitação à submissão de candidaturas deve ser controlada através da definição da percentagem de dedicação mínima a projetos como IR (~50%) e co-IR (~25%), dando flexibilidade aos investigadores para se organizarem da forma que seja mais produtiva e mais adequada ao perfil de cada investigador.

Tendo em conta a própria definição que a FCT faz do papel do co-IR, é mais do que evidente que o co-IR de um projeto nacional tem que se encontrar a residir e desenvolver o seu trabalho numa instituição nacional. No entanto, a FCT continua a não tornar público o esclarecimento solicitado pela ANICT, sendo que no entanto existem respostas enviadas pelo endereço concursoprojetos@fct.pt onde se lê que “de acordo com o estabelecido na alínea d) do ponto 1 do artº 6 do regulamento de projetos, é critério de elegibilidade a identificação de um/a corresponsável pelo projeto, que será co-Investigador/a Responsável, e que substituirá o/a IR nas suas faltas, ausências e impedimentos. Esta responsabilidade acrescida pressupõe a capacidade para, na ausência do IR, conduzir o desenvolvimento dos trabalhos de investigação e concretizar todos os procedimentos administrativos associados às funções do IR. Não se encontrando limitado em termos regulamentares a identificação de co-IR’s associados a instituições participantes sem orçamento associado, é da responsabilidade do IR e das Instituições envolvidas assegurar que as responsabilidades acima referidas são passíveis de ser asseguradas pelos investigadores indicados em candidatura.” Não se compreende como é que a FCT definiu inicialmente uma limitação muito restritiva em termos de co-IRs elegíveis, à qual a ANICT expressamente declarou a sua insatisfação e propôs uma alteração muito concreta, que beneficiaria toda a comunidade científica nacional, e agora vai emitindo respostas individuais, que abrem a porta a uma situação que coloca em risco a seriedade de todo o processo de  avaliação. 


Sendo um dos critérios mais importantes na avaliação de projetos de investigação a composição da equipa de investigação, assim como o compromisso real que esta apresenta em executar a ideia proposta, a ANICT não pode ignorar medidas que vão desregular a justiça do processo de avaliação. Obviamente que é de louvar todas as iniciativas de colaboração com investigadores em instituições estrangeiras, mas o papel de cada membro da equipa deve estar devidamente justificado e realista. Assim, a ANICT considera necessário e urgente que a FCT clarifique e justifique publicamente esta questão. Esperamos que a FCT seja sensível aos argumentos apresentados que pretendem contribuir para a transparência dos processos de avaliação e, ao mesmo tempo, valorizar a carreira do investigador doutorado, tal como como tem sido defendido pela ANICT ao longo dos anos.

Opinião: A Ciência como verbo de encher

Opinião: Voltar a colocar no palco a política de ciência

Opinião: O insustentável silêncio da FCT